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Grupo ASUR conclui compra da plataforma com 17 aeroportos no Brasil por R$ 5,1 bilhões

Operação de R$ 5,1 bilhões marca a entrada oficial da companhia mexicana no país, mantendo as equipes operacionais e o atendimento em terminais das regiões Sul e Centro-Oeste.

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Imagem ilustrativa: Avião a jato se preparando para decolar no Aeroporto de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Dia claro, cena vibrante.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Pedro Roberto Guerra / Pexels

O Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR) finalizou o processo de aquisição da divisão de infraestrutura aeroportuária da Motiva, marcando a sua entrada no setor de aviação comercial do Brasil. A transação envolveu o montante de R$ 5,1 bilhões e consiste na maior iniciativa de expansão internacional já realizada pela operadora mexicana, segundo informações divulgadas pelo jornal Bem Paraná em reportagem assinada por Josianne Ritz.

Com o fechamento do negócio, a companhia assume a gestão e a operação de 20 terminais aéreos, dos quais 17 estão situados em território brasileiro e três no exterior, localizados nas capitais Quito, no Equador, e San José, na Costa Rica, além da ilha de Curaçao. No mercado nacional, o portfólio incorporado abrange instalações estratégicas nas regiões Sul e Centro-Oeste, incluindo os aeroportos Afonso Pena e Bacacheri, no Paraná, além dos terminais de Foz do Iguaçu e Londrina.

O conjunto das unidades adquiridas movimentou mais de 48 milhões de passageiros ao longo de 2025, interligando mais de duas centenas de rotas aéreas regulares. Esse contingente de tráfego aéreo soma-se à base já atendida pelo grupo em países como México, Colômbia e Estados Unidos, consolidando a organização entre as maiores operadoras aeroportuárias do continente americano em fluxo de viajantes.

Segundo a administração da companhia compradora, a transição administrativa foi planejada para assegurar a continuidade plena dos serviços aos usuários e companhias aéreas. O quadro funcional formado por cerca de mil trabalhadores que já atuavam nas unidades brasileiras permanecerá integrado às operações, preservando as rotinas técnicas e os contratos logísticos em vigor.

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